segunda-feira, 18 de junho de 2018

O Espectro comunista assombra as américas

A Venezuela foi o primeiro país sul-americano a conquistar sua
independência da Espanha, em 1813, pelas mãos de Simon Bolívar. Em 1922,
descobriu-se a primeira grande jazida de petróleo, na cidade de Zulia.
Em seis anos, aquele país já era o segundo maior produtor de petróleo do
mundo, atrás apenas dos EUA. Durante a segunda grande guerra, foi o
maior fornecedor de óleo bruto aos americanos. Em 1945, produzia mais
petróleo que todos os países do Oriente Médio juntos. Em 1950,
apresentava o quarto maior PIB per capita do planeta. A Venezuela era
duas vezes mais rica que o Chile, quatro vezes mais rica que o Japão e
doze vezes mais que a China. Em 1960, junto com Arábia Saudita, Irã,
Iraque e Kuwait, fundou a OPEP. Em 1990, os venezuelanos eram, na média,
um povo rico. Contudo, pequenos bolsões de miséria ainda persistiam,
como de resto em todos os países da América Latina. Foi aí que, em 1998,
surgia um "Salvador da Pátria" que iria acabar com a pobreza do povo:
Hugo Chávez.
A partir de 1999 e durante os próximos dez anos, os aumentos do preço
mundial do petróleo fizeram de Hugo Chávez um homem muito poderoso e
multibilionário, que chegou a influenciar diretamente vários países
latino-americanos e até mesmo outros continentes, com suas doações de
óleo em troca de "serviços" - apoio a sua revolução bolivariana. A
PDVSA, estatal do petróleo venezuelana, foi precisamente o instrumento
de que Chávez se utilizou para a construção do "seu mundo". Como uma
"vaca leiteira", a empresa foi usada com propósitos
político-ideológicos, mas também para o luxo e a riqueza do núcleo duro
do chavismo. Em 1999, Chavez e Fidel Castro assinaram um acordo, pelo
qual a Venezuela remeteria 53 mil barris de petróleo diários para Cuba,
em troca do envio de 12 mil "médicos" cubanos para a Venezuela. Essas
remessas de petróleo chegaram a 100 mil barris diários, mais que o
consumo de toda a ilha caribenha, sendo que Fidel vendia o excedente
para outros países (atualmente há cerca de 60 mil cubanos na Venezuela,
controlando desde a segurança do presidente Maduro, até as forças
armadas e de inteligência). Chávez entregou aos cubanos toda a emissão
de passaportes e demais documentos de identificação. Além disso, deixou
de investir dinheiro no seu país, para comprar bilhões de dólares em
títulos da dívida de países amigos, como Cuba, Argentina, Bolívia e
Equador. O ditador venezuelano, no seu delírio proto-comunista,
estatizou todos os setores da agricultura, que foram relegados ao
abandono, assim como fábricas de alimentos, supermercados, redes de
rádio e TV. A maioria fechou. O resultado disso foi que, em menos de uma
década de chavismo, a proporção de alimentos produzidos na Venezuela
caiu mais de 60%. A partir de 2008, a importação de itens básicos, como
remédios e alimentos, foi terceirizada para empresas estatais cubanas,
como Alimport, Cuba Control e Surimport, que cobram altas taxas de
intermediação. Mais uma forma de financiar a ditadura cubana. No final
de 2013, os preços do petróleo começaram a cair, levando a Venezuela a
atrasar seus compromissos internacionais. A partir de 2014, com a posse
de Maduro em função da morte de Chávez, a destruição daquele país se
acelerou. A inflação chegou a 700%, e o índice de desabastecimento chega
a ser superior a 80%. Em 2017, a inflação chegou a 2.616%, a maior do
planeta. Entre 2015 e 2016, 74% da população perdeu 8 quilos ou mais, em
função da fome. No final de 2016, 93,3% dos venezuelanos não tinham como
cobrir as despesas com alimentação para garantir uma dieta mínima de
2000 calorias. As pessoas passaram a abandonar seus animais de estimação
nas ruas, porque não tinham mais como lhes comprar ração. Esses animais
passaram a ser caçados e abatidos para servirem de alimento à população
faminta. Nem os animais dos zoológicos foram poupados, bem como os
famosos pombos que habitavam as centenas de praças chamadas Simon
Bolívar em todo o país. Em 2017, a Venezuela teve de aumentar
drasticamente sua importação de petróleo, devido ao sucateamento da
PDVSA, cuja direção havia sido entregue aos "cumpanheros" dos
sindicatos. Adivinhem qual é o maior fornecedor de óleo à Venezuela?
Sim, o "grande satã" norte-americano. Segundo Ricardo Haussman, da
Universidade de Harvard, a tragédia venezuelana eclipsa qualquer outra
da história dos Estados Unidos, Europa Ocidental e do resto da América
Latina. Isso sem contar que a Venezuela se tornou um narco-estado, sendo
a maior exportadora da cocaína das FARC e da Bolívia para os cartéis de
drogas mexicanos e do norte da África. Chávez (enquanto vivo), Maduro,
Cabello e toda a cúpula militar venezuelana esteve ou está envolvida com
o narcotráfico. Em 2015, dois sobrinhos de Maduro foram presos no Haiti
por agentes da DEA americana quando tentavam vender 800 kg de cocaína.
Essa é uma breve história de como um psicopata criminoso e seus asseclas
conseguiram em menos de 20 anos arruinar um dos países mais promissores
da América Latina, com sua utopia socialista. - (P.S. livro "HUGO
CHÁVEZ, O ESPECTRO", do jornalista brasileiro Leonardo Coutinho)

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 150618 - O Espectro comunista assombra as américas - (imagens
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domingo, 17 de junho de 2018

O quê, ou a quem teme Gilmar Mendes?

Está aí uma pergunta que eu adoraria ter a resposta, vinda dos próprios
lábios do canalha mor de nossa nação.
Imaginem o próprio Gilmar Mendes, um dos "SUPREMOS", respondendo à nação
com suas próprias palavras à pergunta da live;
O quê, ou a quem teme Gilmar Mendes?

Gilmar Mendes, segundo a Revista Época, foi às compras na Avenida
Paulista em São Paulo, no dia 15 de junho de 2018, acompanhado e cercado
por seguranças, ou seja, devidamente escoltado.

Será que temeria o indigesto, ao pobre e faminto povo brasileiro, que já
está quase igual a um índio canibal?
Não, não creio nisso não, pois ainda não vimos nenhum dos membros da
sociedade civil organizada, comendo algum ser humano por aí.
A não ser é claro, alguns daqueles afeminados que gostam de praticar
alguns atos que se aproximam desse tipo de festinha, mas, o restante do
povo brasileiro, não está agindo dessa forma não.
Além disso, o povo brasileiro, tem mais com que se preocupar, do que com
seus próprios hábitos alimentares.
O povo brasileiro hoje, está preocupado, com o aumento da criminalidade,
com o desgoverno em que se encontra a nossa nação.
Hei... Espera aí, será que é com isso que está se preocupando o "SUPREMO"?
Sabe, que pensando bem, todo mundo tem ramela, só a bailarina é que não
tem, como diz a música do Chico Buarque. Então, pode ser que esteja por
aí o medo desse canalha.
Senhor Sinistro do STF (Supremo Tribunal das Falcatruas), até onde me
ocorre, nosso povo é pacato, honesto, boa praça, fácil de lidar, gentil,
e até mesmo, caloroso por demais. Estando sua Meretríssima pessoa,
andando de acordo com os padrões morais e éticos que nosso povo exige,
que até nem é lá muito elevado, não vejo porque teria medo, sua excelência.
Tenho notado Sinistro, que o povo não gosta muito de laxantes, o que não
vem ao seu caso, afinal de contas, suas atitudes, soam em conformidade
com os princípios jurídicos e que tudo está conforme as atitudes que
podem ser cobradas de membros da mais alta corte do País. Ou não é assim
Sinistro?
O Senhor está com algum débito para com a sociedade?
Olha Sinistro, nesse caso, e somente nesse, caso o Senhor esteja com
algum débito, sugiro que faça a tão tradicional, de muitos, saída pela
direita. Afinal de contas, parece-me que o povo, quando percebe que tem
LACTO PURGA pelo caminho, costuma vomitar de nojo, e isso, de fato não é
nada agradável.

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
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Se a solução é a morte, então que aconteça

Exatamente hoje 15/06/2018, Eurico Alves de OLiveira e alguns outros
patriotas trancaram a SC entre Braço do Norte e São Ludgero em Santa
Catarina.
Como sempre os caminhoneiros participando do futuro da nação.
Onde quer que encontremos um caminhoneiro, ali encontramos um homem que
luta por uma causa muito maior, que às vezes, nem ele mesmo imagina o
tamanho e a consequência de toda essa luta. Seja ela transportando o
progresso, até mesmo através dos produtos de primeira necessidade, ou
mesmo dos produtos totalmente supérfluos, ali está o bravo caminhoneiro
sempre.
E em um país, onde foi sucateada toda a malha ferroviária.
Observe minha gente que um comboio de trens, muitas vezes, pode
equivaler a 200 caminhões ao mesmo tempo. Mas essa canalhada comunista,
a começar pelo famigerado Fernando Henrique Cardoso, seus antecessores e
seus sucessores, que sucatearam tudo da forma mais desavergonhada possível.
Existe uma pergunta muito básica que jamais calará em meu coração:
Se eu, trabalhasse em uma empresa, e fizesse essa empresa em um estado
tão lastimável de sucateamento, quem seria penalizado judicialmente por
tal ato?
Creio, que a resposta é evidente, e é por isso que eu não consigo deixar
de responsabilizar a todos os que estiveram ou estejam envolvidos em
postos do governo, porque dessa forma, todos passam a ser responsáveis
por toda essa sem-vergonhice que assolou o país de norte a sul e de
leste a oeste.
Não adianta nada um exército de trabalhadores como os caminhoneiros e
como muitos outros profissionais, que diariamente lutam empenhados no
crescimento desta nação, quando temos alguns indivíduos que querem
somente locupletar-se à custa do dinheiro público.
E o pior disso tudo, é o povo nada poder fazer, porque, primeiro, temos
urnas fraudadas, e ainda que essas urnas não existissem, não existe
mecanismo nas nossas instituições, a fim de manter os bandidos afastados
do poder.
Intervenção Militar já, a solução é a morte dos membros dessa imensa
quadrilha.

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Quando dizemos o que queremos, podemos ouvir o que não queremos

Enquanto isso um missionário na Síria, teve seus dentes arrancados e a
boca costurada por pregar a Palavra de Deus.
Mas aqui no Brasil, somos as prostitutas de luxo do mercantilismo
religioso, e porque somos livres e estamos em um País relativamente
tranquilo no que tange à pregação do Evangelho, então vemos aberrações
como essa que vou descrever nesta live.

Mauro Lúcio Rodrigues da Silva - presbítero e jornalista Igreja
Assembléia de Deus, que em seu vídeo critica ferozmente o rapapé
protagonizado pela liderança das Assembléias de Deus.
Longe de qualquer um, e tenho certeza, longe também do próprio
presbítero Mauro Lúcio de ofender à igreja ou mesmo à membresia da
referida denominação. Coisa que aliás fica clara em seu vídeo, uma vez
que, ele, desgostoso, fala o que muito tenho falado.
Gente, o problema não está no crente, o problema está nos vendilhões do
templo.
Todos esqueceram que Cristo, inclusive, deixou claro que a limpeza
deverá começar dentro da própria casa de Cristo.

"Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se
primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes
ao evangelho de Deus?" (1 Pe 4:17)

A começar especialmente pelos que são chamados pelo sagrado nome,
escolhidos pelo eterno e poderoso Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó,
pelo Deus de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo de Nazaré.
Folgo ao ver que um homem com a investidura da própria denominação assim
o fala, porque quando eu falo, muitos vêm com suas pedras, como se o
fato de eu não ser da referida agremiação, então não me fosse permitida
a manifestação.
Ora senhores, então esquecem que professamos a mesma fé e que portanto,
o que eu faço de um lado respinga no trabalho que buscas de outro lado?

No vídeo em questão:
"Os Membros da Assembleia de Deus não merecem a atual liderança que
têm." publicado em 03/06/2018, Mauro relata o que sente o verdadeiro
cristão, não importando de que denominação ele seja, quando confrontado
com tal ato que denigre um dos pilares de nossa fé:

"Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem
imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra." (Rm 13:7)

E nega inclusive, outro que podemos dizer, é dos principais pilares de
nossa fé:

"Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas." (Rm 2:11)

Mas que na situação descrita em seu vídeo, vemos tratar-se de um descaso
à Santa Palavra.

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Imunização Cognitiva

Por que mesmo com tantas provas contra o Lula e tantos outros Petistas,
eles não caem na real, como acontece, por exemplo, com os eleitores do
Aécio Neves que nunca mais votarão nele, por que com o líder preso as
pessoas que são eleitores petistas continuam apoiando ladrões
comprovadamente condenados em duas instâncias?
Entenda cientificamente como a neurociência explica isso!

Os estudiosos explicam com a imunização cognitiva.

Cognitiva vem de cognição, que é o processo de aquisição do
conhecimento, incluindo o pensar, a reflexão, a imaginação, a atenção,
raciocínio, memória, juízo, o discurso, a percepção visual e auditiva, a
aprendizagem, a consciência, as emoções. Envolve os processos mentais
que influenciam o comportamento de cada indivíduo.

A imunização cognitiva é um escudo que permite que as pessoas se agarrem
a valores e credos, mesmo que fatos objetivos demonstrem que eles não
correspondem à verdade. A pessoa cognitivamente imunizada está no
terreno da fé, que dispensa o raciocínio lógico. Para ela, argumentos
lógicos não têm relevância.

E então assistimos gente com estudo, inteligente, articulada, que
sabemos que não está tirando nenhum proveito material, defendendo em
público o indefensável. Como é que essas pessoas chegam a esse ponto?

Bem, existem ao menos cinco fases no processo de imunização cognitiva.

Primeira fase: isolamento de quem tem opiniões contrárias, protegendo
suas ideias. A pessoa vai eliminando de seu convívio ou mesmo de sua
atenção, quem pensa diferente.

Segunda fase: redução da exposição às ideias contrárias. Passa a ler e
ouvir apenas as opiniões em linha com seus credos. Nos estados
totalitários, é quando a liberdade de expressão passa a ser ameaçada,
quando a imprensa perde a liberdade, quando vozes dissidentes são
caladas. É quando os processos educacionais adotam opiniões
selecionadas, com autores e textos cuidadosamente escolhidos para seguir
apenas uma visão de mundo.

Terceira fase: conexão dos credos a emoções poderosas. Se você não
seguir aquelas ideias, algo de ruim vai acontecer. Lembra do "se você
pecar, vai para o inferno"? Se você não votar naquele candidato, sua
vida, suas economias, seus benefícios estarão em perigo...

Quarta fase: associação a grupos que trabalham para combater as ideias
dos grupos contrários. Isso acontece não só em política, mas até mesmo
na ciência, quando métodos de investigação científica focam nas
fraquezas das teorias adversárias, ignorando os pontos fortes.

Quinta fase: a repetição. Repetição, repetição, repetição. Cria-se um
tema, um slogan que materializa um determinado credo ou visão, que passa
a ser repetido como um mantra, numa técnica de aprendizado. O grito "não
vai ter golpe", por exemplo, não é uma criação espontânea, obra do
acaso. É pensado, calculado. Sua repetição imuniza cognitivamente as
pessoas contra os argumentos a favor do impeachment.

Os especialistas em psicologia das massas sabem que nossas mentes
evoluíram muito mais para proteger nossos credos que para avaliar o que
é verdade e o que é mentira. E os especialistas em comunicação constroem
retóricas fantásticas, com intenção de desviar o tema principal e,
especialmente, imunizar cognitivamente os soldados da causa.

E aí, meu caro, minha cara, não adianta mostrar o vídeo, o recibo, o
cheque, o testemunho do caseiro, a ordem da transportadora, o grampo
telefônico... O imunizado cognitivo está vacinado contra fatos objetivos.
Naturalmente esse "torpor cognitivo" não se restringe ao campo politico,
social, econômico ou religioso. Ele perpassa todas as áreas da vida
humana e faz, por exemplo, que uma pessoa acredite, mesmo contra a
razão, que o Brasil é o melhor lugar do mundo, que o palmeiras é campeão
mundial, que o capitalismo é o responsável por todos os males do mundo,
que chá de boldo cura o câncer e por aí vai.

Tá explicado então? Se você está se sentindo entorpecido das ideias,
incapaz de descer do muro, provavelmente alguém está lhe ministrando
umas doses de imunizante cognitivo.

E você nem percebeu que está.

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Olá minha gente, o café está quentinho

"Ó Deus, dá ao rei os teus juízos, e a tua justiça ao filho do rei.
Ele julgará ao teu povo com justiça, e aos teus pobres com juízo.
Os montes trarão paz ao povo, e os outeiros, justiça.
Julgará os aflitos do povo, salvará os filhos do necessitado, e
quebrantará o opressor.
Temer-te-ão enquanto durarem o sol e a lua, de geração em geração.
Ele descerá como chuva sobre a erva ceifada, como os chuveiros que
umedecem a terra.
Nos seus dias florescerá o justo, e abundância de paz haverá enquanto
durar a lua.
Dominará de mar a mar, e desde o rio até às extremidades da terra.
Aqueles que habitam no deserto se inclinarão ante ele, e os seus
inimigos lamberão o pó.
Os reis de Társis e das ilhas trarão presentes; os reis de Sabá e de
Seba oferecerão dons.
E todos os reis se prostrarão perante ele; todas as nações o servirão.
Porque ele livrará ao necessitado quando clamar, como também ao aflito e
ao que não tem quem o ajude.
Compadecer-se-á do pobre e do aflito, e salvará as almas dos necessitados.
Libertará as suas almas do engano e da violência, e precioso será o seu
sangue aos olhos dele.
E viverá, e se lhe dará do ouro de Sabá; e continuamente se fará por ele
oração; e todos os dias o bendirão.
Haverá um punhado de trigo na terra sobre as cabeças dos montes; o seu
fruto se moverá como o Líbano, e os da cidade florescerão como a erva da
terra.
O seu nome permanecerá eternamente; o seu nome se irá propagando de pais
a filhos enquanto o sol durar, e os homens serão abençoados nele; todas
as nações lhe chamarão bem-aventurado.
Bendito seja o Senhor Deus, o Deus de Israel, que só ele faz maravilhas.
E bendito seja para sempre o seu nome glorioso; e encha-se toda a terra
da sua glória. Amém e Amém.
Aqui acabam as orações de Davi, filho de Jessé. - (Sl 72:1-20)

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
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O grande embuste e seus simulacros

Exército irá sabatinar candidatos à presidência

Grande movimentação de tropas, veículos, armamentos e munições. Baterias
anti-aéreas, foguetes tele-guiados.
O trabalho preparatório para a guerra que se avizinha.
Nada pode fazer frente ao que está se aproximando.
Serviço de Informações, Serviço de Inteligência e Serviço Secreto

Jair Machado Botelho me fala no PV muitas coisas de altíssimo valor nos
conclamando à guerra, à mudança de nosso País.
Deixo aqui registrado os meus parabéns ao Jair, e a todos os outros
amigos e inscritos do canal, que aproveito para honrar, na pessoa do
nosso querido amigo Dragão

Humberto R - @HumbertoReisJr - O Gilmar é um companheiro... O Gilmar é
um companheiro... Ninguém pode negar...
A defesa de Paulo Preto, indicado como operador de propinas do PSDB,
pediu ao STF que o inquérito no qual ele é investigado permaneça na
Corte, sob relatoria do ministro Gilmar Mendes.


Republica de Curitiba - @republica_ctba - URGENTE: Senador requer que
seja votado o Impeachment de Gilmar Mendes.

A lava-jato e seus números: 132 pessoas condenadas a 1959 anos de prisão
12 bilhões já foram recuperados das garras da corrupção.

O Contragolpe 1964 – A Verdade Sufocada - 14/05/17 - Everthon Garcia
Documentário - Regime Militar - Publicado originalmente em 24 de março
de 2004 – NR

Às Forças Armadas cabe zelar para a manutenção da lei, da ordem, e
evitar o caos. Não tínhamos que defender o governo; tínhamos que
defender a nação.

A deposição de João Goulart e a luta contra o terror comunista no Brasil
envolveram realidades muito diferentes das que hoje são difundidas pela
propaganda esquerdista na mídia e salas de aula.

No dia 31 de março próximo faz quarenta anos que foi deposto o
Presidente da República, João Goulart. Uns chamam esse acontecimento de
golpe militar, outros de tomada do poder, alguns outros de Revolução de
1964. Eu prefiro considerá-lo como a Contra-Revolução de 31 de março de
1964.

Vou lhes explicar o meu ponto de vista ao longo deste artigo. Espero que
ao final vocês tenham dados suficientes para julgar se estou certo.
Vocês foram cansativamente informados por seus professores, jornais,
rádios, TV e partidos políticos de que:

– os militares tomaram o poder dos civis para impedir que reformas
moralizantes fossem feitas;

– para combater os "generais que usurparam o poder" os jovens da época
uniram-se e lutaram contra a ditadura militar e que muitos deles
morreram, foram mutilados, presos e torturados na luta pela
"redemocratização" do país;

– os militares assim agiram a mando dos Estados Unidos, que temiam o
comunismo instalado no Brasil;

– jovens estudantes, idealistas, embrenharam-se nas matas do Araguaia
para lutar contra a ditadura e pela redemocratização do país.

Com quantas inverdades fizeram a cabeça de vocês! E por que essas
mentiras são repetidas até hoje? Foi a maneira que eles encontraram para
tentar justificar a sua luta para implantar um regime do modelo
soviético, cubano ou chinês no Brasil.

Por intermédio da mentira, eles deturparam a História e conseguiram o
seu intento. Vocês, que não viveram essa época, acreditam piamente no
que eles dizem e se revoltam contra os militares.

Vamos aos fatos, pois eu vivi e participei dessa época.

Em março de 1964 eu era capitão e comandava uma bateria de canhões
anti-aéreos do 1º Grupo de Artilharia Anti-Aérea, em Deodoro, no Rio de
Janeiro.

A maioria dos oficiais que serviam no 1º Grupo de Artilharia AAe, entre
eles eu, teve uma atitude firme para que o Grupo aderisse à
Contra-Revolução.

Eu era um jovem com 31 anos. O país vivia no caos. Greves políticas
paralisavam tudo: transportes, escolas, bancos, colégios. Filas eram
feitas para as compras de alimentos. A indisciplina nas Forças Armadas
era incentivada pelo governo. Revolta dos marinheiros no Rio; revolta
dos sargentos em Brasília. Na minha bateria de artilharia havia um
sargento que se ausentava do quartel para fazer propaganda do Partido
Comunista, numa kombi, na Central do Brasil.

Isso tudo ocorria porque o governo João Goulart queria implantar as suas
"reformas de base" à revelia do Congresso Nacional. Pensava, por meio de
um ato de força, fechar o Congresso Nacional com o apoio dos militares
"legalistas".

Vocês devem estar imaginando que estou exagerando para lhes mostrar que
a Contra-Revolução era imperativa naqueles dias. Para não me alongar,
vou citar o que dizem dois conhecidos comunistas:

Depoimento de Pedro Lobo de Oliveira no livro A Esquerda Armada no
Brasil: "Muito antes de 1964 já participava na luta revolucionária no
Brasil na medida de minhas forças. Creio que desde 1957. Ou melhor,
desde 1955… Naquela altura o povo começava a contar com a orientação do
Partido Comunista."

Jacob Gorender, do PCBR, escreveu no seu livro Combate nas Trevas: "Nos
primeiros meses de 1964, esboçou-se uma situação pré-revolucionária e o
golpe direitista se definiu, por isso mesmo, pelo caráter
contra-revolucionário preventivo. A classe dominante e o imperialismo
tinham sobradas razões para agir antes que o caldo entornasse."

Diariamente eu lia os jornais da época: O Dia, O Globo, Jornal do
Brasil, Tribuna da Imprensa, Diário de Notícias, etc… Todos eram
unânimes em condenar o governo João Goulart e pediam a sua saída, em
nome da manutenção da democracia. Apelavam para o bom senso dos
militares e até imploravam a sua intervenção, para que o Brasil não se
tornasse mais uma nação comunista.

Eu assistia a tudo aquilo com apreensão. Seria correto agirmos para a
queda do governo? Comprei uma Constituição do Brasil e a lia
seguidamente. A minha conclusão foi de que os militares estavam certos
ao se antecipar ao golpe de Jango.

Às Forças Armadas cabe zelar para a manutenção da lei, da ordem, e
evitar o caos. Não tínhamos que defender o governo; tínhamos que
defender a nação.

O povo foi às ruas com as Marchas da Família com Deus pela Liberdade, no
Rio, São Paulo e outras cidades do país. Todos pedindo o fim do governo
João Goulart, antes que fosse tarde demais.

E, assim, aconteceu em 31 de março de 1964 a nossa Contra-Revolução.

Os jornais da época (O Estado de S. Paulo, O Globo, Jornal do Brasil;
Tribuna da Imprensa e outros ) publicaram, no dia 31 e nos dias
seguintes, editoriais e mais editoriais exaltando a atitude dos
militares. Os mesmos jornais que hoje combatem a nossa Contra- Revolução.

Os comunistas que pleiteavam a tomada do poder não desanimaram e
passaram a insuflar os jovens, para que entrassem numa luta fratricida,
pensando que lutavam contra a ditadura. E mentiram tão bem que muitos
acreditam nisso até hoje. Na verdade, tudo já estava se organizando. Em
1961, em pleno governo Jânio Quadros, Jover Telles, Francisco Julião e
Clodomir dos Santos Morais estavam em Cuba acertando cursos de guerrilha
e o envio de armas para o Brasil. Logo depois, alguns jovens eram
indicados para cursos na China e em Cuba. Bem antes de 1964 a área do
Araguaia já estava escolhida pelo PC do B para implantar a guerrilha rural.

Em 1961 estávamos em plena democracia. Então para que eles estavam se
organizando? Julião já treinava na época as suas Ligas Camponesas, que
eram muito semelhantes ao MST de hoje, só que sem a organização, o
preparo, os recursos, a formação de quadros.

E foi com essa propaganda mentirosa que eles iludiram muitos jovens e os
cooptaram para as suas organizações terroristas.

Então, começou a luta armada.

Foram vários atos terroristas: o atentado ao aeroporto de Guararapes, em
Recife, em 1966; a bomba no Quartel General do Exército em São Paulo, em
1968; o atentado contra o consulado americano; o assassinato do
industrial Albert Boilesen e do capitão do Exército dos Estados Unidos
Charles Rodney Chandler; seqüestros de embaixadores estrangeiros no Brasil.

A violência revolucionária se instalou. Assassinatos, ataques a quartéis
e a policiais aconteciam com frequência.

Nessa época, eles introduziram no Brasil a tática de obter dinheiro com
assaltos a bancos, a carros fortes e a estabelecimentos comerciais.
Foram eles os mestres que ensinaram tais táticas aos bandidos de
hoje.Tudo treinado nos cursos de guerrilha em Cuba e na China.

As polícias civil e militar sofriam pesadas baixas e não conseguiam ,
sozinhas, impor a lei e a ordem.

Acuado, perdendo o controle da situação, o governo decretou o AI-5, pelo
qual várias liberdades individuais foram suspensas. Foi um ato
arbitrário mas necessário. A tênue democracia que vivíamos não se podia
deixar destruir.

Para combater o terrorismo, o governo criou uma estrutura com a
participação dos Centros de Informações da Marinha (CENIMAR), do
Exército (CIE) e da Aeronáutica (CISA). Todos atuavam em conjunto, tanto
na guerrilha rural quanto na urbana. O Exército, em algumas capitais,
criou o seu braço operacional, os Destacamentos de Operações de
Informações ( DOI). Para trabalharem nos diversos DOI do Brasil, o
Exército selecionou do seu efetivo alguns majores, capitães e sargentos.
Eram, no máximo, 350 militares, entre os 150 mil homens do Exército.

Eu era major, estagiário da Escola de Estado Maior. Tinha na época 37
anos e servia no II Exército, em São Paulo. Num determinado dia do ano
de 1970, fui chamado ao gabinete do comandante do II Exército, general
José Canavarro Pereira, que me deu a seguinte ordem: "Major, o senhor
foi designado para comandar o DOI/CODI/II Ex. Vá, assuma e comande com
dignidade".

A partir desse dia minha vida mudou. O DOI de São Paulo era o maior do
país e era nesse Estado que as organizações terroristas estavam mais
atuantes. O seu efetivo em pessoal era de 400 homens. Destes, 40 eram do
Exército, sendo 10 oficiais, 25 sargentos e 5 cabos. No restante, eram
excelentes policiais civis e militares do Estado de São Paulo. Esses
foram dias terríveis! Nós recebíamos ameaças frequentemente.

Minha mulher foi de uma coragem e de uma abnegação total. Quando minha
filha mais velha completou 3 anos de idade, ela foi para o jardim da
infância, sempre acompanhada de seguranças. Minha mulher não tinha
coragem de permanecer em casa, enquanto nossa filha estudava. Ela ficava
dentro de um carro, na porta da escola, com um revólver na bolsa.

Não somente nós passamos por isso! Essa foi a vida dos militares que
foram designados para combater o terrorismo e para que o restante do
nosso Exército trabalhasse tranquilo e em paz.

Apreendemos em "aparelhos" os estatutos de, praticamente, todas as
organizações terroristas e em todos eles estava escrito, de maneira bem
clara, que o objetivo da luta armada urbana e rural era a implantação de
um regime comunista em nosso país.

Aos poucos o nosso trabalho foi se tornando eficaz e as organizações
terroristas foram praticamente extintas, por volta de 1975.

Todos os terroristas quando eram interrogados na Justiça alegavam que
nada tinham feito e só haviam confessado os seus crimes por terem sido
torturados. Tal alegação lhes valia a absolvição no Superior Tribunal
Militar. Então, nós passamos a ser os "torturadores".

Hoje, como participar de sequestros, de assaltos e de atos de terrorismo
passou a contar pontos positivos para os seus currículos, eles, posando
de heróis, defensores da democracia, admitem ter participado das ações.
Quase todos continuam dizendo que foram torturados e perseguidos
politicamente. Com isso recebem indenizações milionárias e ocupam
elevados cargos públicos. Nós continuamos a ser seus " torturadores" e
somos os verdadeiros perseguidos políticos. As vítimas do terrorismo até
hoje não foram indenizadas.

Houve 120 mortos identificados, que foram assassinados por terroristas
(estima-se que existam mais cerca de 80 que não foram identificados). 43
eram civis que estavam em seus locais de trabalho; 34, policiais
militares; 12, guardas de segurança; 8, militares do Exército; 3 agentes
da Polícia Federal; 3 mateiros do Araguaia; 2 militares da Marinha; 2
militares da Aeronáutica; um major do Exército da Alemanha; um capitão
do Exército dos Estados Unidos; um marinheiro da Marinha Real da Inglaterra.

A mídia fala sempre em "anos de chumbo", luta sangrenta, noticiando
inclusive que , só no cemitério de Perus, em São Paulo, existiriam
milhares de ossadas de desaparecidos políticos. No entanto o Grupo
Tortura Nunca Mais reclama um total de 284 mortos e desaparecidos que
integravam as organizações terroristas. Portanto, o Brasil, com sua
população e com todo o seu tamanho, teve na luta armada, que durou
aproximadamente 10 anos, ao todo 404 mortos, dos dois lados.

Na Argentina as mortes ultrapassaram 30.000 pessoas; no Chile foram mais
de 4.000 e no Uruguai outras 3.000. A Colômbia, que resolveu não
endurecer o seu regime democrático, luta até hoje contra o terrorismo.
Ela já perdeu mais de 45.000 pessoas e tem um terço do seu território
dominado pelas FARC.

Os comunistas brasileiros são tão capazes quanto os seus irmãos latinos.
Por que essa disparidade? Porque no Brasil dotamos o país de leis que
permitiram atuar contra o terrorismo e também porque centralizamos nas
Forças Armadas o combate à luta armada. Fomos eficientes e isso tem que
ser reconhecido. Com a nossa ação impedimos que milhares de pessoas
morressem e que esta luta se prorrogasse como no Peru e na Colômbia.

No entanto, algumas pessoas que jamais viram um terrorista, mesmo de
longe, ou preso, que jamais arriscaram as suas vidas, nem as de suas
famílias, criticam nosso trabalho. O mesmo grupo que só conheceu a luta
armada por documentos lidos em salas atapetadas e climatizadas afirma
que a maneira como trabalhamos foi um erro, pois a vitória poderia ser
alcançada de outras formas.

Já se declarou, inclusive, que: "a ação militar naquele período não foi
institucional. Alguns militares participaram, não as Forças Armadas. Foi
uma ação paralela".

Alguns também nos condenam afirmando que, como os chefes daquela época
não estavam acostumados com esse tipo de guerra irregular, não possuíam
nenhuma experiência. Assim, nossos chefes, no lugar de nos darem ordens,
estavam aprendendo conosco, que estávamos envolvidos no combate. Segundo
eles, nós nos aproveitávamos dessa situação para conduzir as ações do
nosso modo e que, no afã da vitória, exorbitávamos .

Mas as coisas não se passavam assim. Nós, que fomos mandados para a
frente de combate nos DOI, assim como os generais que nos chefiavam,
também não tínhamos experiência nenhuma. Tudo o que os DOI faziam ou
deixavam de fazer era do conhecimento dos seus chefes. Os erros
existiram, devido à nossa inexperiência, mas os nossos chefes eram tão
responsáveis como nós.

Acontece que o nosso Exército fazia muito tempo que não era empregado em
ação. Estava desacostumado com a conduta do combate, onde as pessoas em
operações têm que tomar decisões, e decisões rápidas, porque a vida de
seus subordinados ou a vida de algum cidadão pode estar em perigo.

Sempre procurei comandar liderando os meus subordinados. Comandei com
firmeza e com humanidade, não deixando que excessos fossem cometidos.
Procurei respeitar os direitos humanos, mas sempre respeitando, em
primeiro lugar, os direitos humanos das vítimas e, depois, os dos
bandidos. Como escrevi em meu livro "Rompendo o Silêncio", terrorismo
não se combate com flores. A nossa maneira de agir mostrou que estávamos
certos, porque evitou o sacrifício de milhares de vítimas, que aconteceu
nos países vizinhos. Só quem estava lá, frente a frente com o
terroristas, dia e noite, de arma na mão, pode nos julgar.

Finalmente, quero lhes afirmar que a nossa luta foi para preservar a
democracia. Se o regime implantado pela Contra -Revolução durou mais
tempo do que se esperava, deve-se, principalmente, aos atos insanos dos
terroristas. Creio que, em parte, esse longo período de exceção deveu-se
ao fato de que era preciso manter a ordem no país.

Se não tivéssemos vencido a luta armada, hoje estaríamos vivendo sob o
tacão de um ditador vitalício como Fidel Castro e milhares de
brasileiros teriam sido fuzilados no "paredón" (em Miami em fevereiro,
foi inaugurado, por exilados cubanos, um Memorial para 30.000 vítimas da
ditadura de Fidel Castro).

Hoje temos no poder muitas pessoas que combatemos e que lá chegaram pelo
voto popular. Esperamos que eles esqueçam os seus propósitos de quarenta
anos passados e preservem a democracia pela qual tanto lutamos. -
(Carlos Alberto Brilhante Ustra - FONTE: Brasil Acima de Tudo)

E a Revisão Histórica se faz necessária também para os fatos que
compreendem a História recente do Brasil. Com a esquerdofilia do pós-85,
novamente constatamos que os vencedores tripudiam sobre os vencidos, em
prejuízo da verdade… – NR

(ap. Ely Silmar Vidal - Teólogo, Psicanalista, Jornalista e presidente
do CIEP - Clube de Imprensa Estado do Paraná)

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Mensagem 070618 - O grande embuste e seus simulacros - (imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos
iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos
contigo.

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