Então a "narizinho" achou que passaria despercebida?
Ora, ora minha cara, "cara de pau", deveria ser o teu nome e teu creme
de beleza, JIMO CUPIM; prepare-se, porque as hostilizações, apenas
começaram... (ely silmar vidal - jornalista)
A senadora Gleisi Hoffmann (PT) foi recebida com vaias e xingamentos no
fim da noite de quinta-feira (7), no Aeroporto Internacional Afonso
Pena, em São José dos Pinhais. A senadora chegou por volta de 23 horas,
em um voo da Tam que partiu de Brasília.
https://youtu.be/_0xreBhB2mc
-massanews.com/noticias/politica/senadora-gleisi-e-hostilizada-no-aeroporto-afonso-pena
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sexta-feira, 8 de abril de 2016
Novidades na caserna revolucionarão nossa Defesa
Através da matéria abaixo, conclui-se que de fato, nossas Forças Armadas não estão deitadas em berço esplêndido, como pensam alguns.
Estão sim, buscando sempre novas formas de zelar pela nação, enriquecendo seus conhecimentos, de modo que possam fazer frente às ameaças, com o menor prejuízo possível.
Por isso sempre digo, que nossas forças armadas, já estão nas ruas e faz muito tempo, e que essa batalha contra as ratazanas comunistas, já está ganha. É claro que ainda teremos alguns dissabores, grandes até, mas que serão sanados com o menor prejuízo possivel à nação... (ely silmar vidal - jornalista)
"Reunião de Implementação de Acordo entre Brasil e EUA
Brasília (DF) – A Diretoria de Serviço Geográfico (DSG) coordenou, no dia 23 de março, a primeira Reunião de Implementação dos Apêndices do Acordo Básico de Cooperação e Intercâmbio (BECA), assinado no dia 9 de março entre o Ministério da Defesa, por intermédio do Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, e a National Geospatial-Intelligence Agency (NGA) do Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América.
A reunião girou em torno da definição de detalhes relativos ao apoio técnico recíproco entre os dois países. Tal apoio reflete-se na tratativa atinente ao intercâmbio de produtos cartográficos, dados geoespaciais vetoriais e matriciais (imagens comerciais e/ou ortoimagens, em apoio a projetos cartográficos), publicações e materiais de inteligência geoespacial, bem como produtos de Geografia Humana (etnia, religião, economia, educação etc), relacionados ao presente Acordo.
Do Exército Brasileiro, participaram da reunião o 4º Subchefe do Comando de Operações Terrestres (COTER), General de Brigada Antonio Leite dos Santos Filho; o atual Diretor do Serviço Geográfico, General de Brigada Pedro Soares da Silva Neto; o futuro Diretor do Serviço Geográfico, General de Brigada Luís Henrique de Andrade; e militares do Estado-Maior do Exército (EME), o Departamento de Engenharia e Construção (DEC), o Centro de Inteligência do Exército (CIE) e a DSG. Além deles, uma comitiva da NGA também se fez presente, composta pela Sra Tameeka Washington, pelo Sr Ed Elinan, pelo Sr JP Roa, pelo Sr Scott Matheson.
Novas reuniões serão realizadas para viabilizarem ajustes necessários à implementação desse Acordo.
Fonte:DSG - Publicado:23/03/16"
-eb.mil.br/web/midia-impressa/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/IZ4bX6gegOtX/content/reuniao-de-implementacao-de-acordo-entre-brasil-e-eua?redirect=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fweb%2Fmidia-impressa%2Fnoticiario-do-exercito%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_IZ4bX6gegOtX%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_pos%3D2%26p_p_col_count%3D3 QRCode
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Estado de DEFESA. Generais não seguiriam as ORDENS de DILMA
General ex-chefe do ESTADO maior do EXÉRCITO fala sobre o "estado de Defesa" e sobre a "fidelidade" relativa dos Generais a Comandante – em – Chefe.
O general de Exército Rômulo Bini dissertou sobre a tentativa de imposição de um estado de defesa por Parte de Dilma Roussef. Em consonância com o que foi colocado por análise da Revista Sociedade Militar, o general deixa claro que o Exército não se submeteria a determinações contrárias ao interesse nacional.
Rômulo Bini disse, entre outras coisas, que:
"O Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, assessores diretos da Presidência da República na adoção dessas medidas, são autoridades do governo e dificilmente decidirão de modo contrário aos seus interesses. Se assim acontecer, o interesse nacional será secundário. Então, como agirá o militar, de qualquer nível hierárquico, no cumprimento de missões oriundas e determinadas por esses preceitos constitucionais se as considerar ilegais e consubstanciadas a velados interesses de um "jogo político"? Como aceitaria cumprir um ato que julga ilegal dentro de uma missão legal?"
No trecho acima está mais que obvia a opinião do General. Quando coloca "como agira o militar no cumprimento de missões… se as considerar ilegais e consubstanciadas a velados interesses de um jogo político… Aceitaria cumprir uma ato que julga ilegal?"
As palavras de Rômulo Bini não são apenas jogadas ao vento, vêm de um homem que esteve no comando há pouco tempo e que tem muita influencia nos chamados "altos cuturnos" do Exército Brasileiro. Há algum tempo o referido militar, junto com outros generais, foi signatário de documento que criticava ações de Dilma Roussef, a despeito da irritação da Presidente e determinação para puni-lo, a ordem não foi cumprida pelo Exército.
Não se espera, como houve da parte de Mourão e Etchegoyen, outras manifestações de generais da ativa advertindo o governo atual e falando sobre a situação caótica vivida pelo país. Contudo, ha um outro lado importante a observar nisso, a despeito das declarações duras, os referidos generais permanecem na ATIVA. Dilma, ainda que quisesse, não tem força para mandá-los para o "PIJAMA".
A verdade está cada vez mais clara, os militares estão cada vez mais desconfortáveis diante do caos institucional e o comando já se sente pressionado pelo restante do corpo na ativa e reserva.
Bini termina seu "aconselhamento" com o seguinte trecho deixando claro que acredita que as Forças Armadas podem acabar caindo em descrédito se não se posicionarem de forma mais incisiva.
Ele diz:
A Nação brasileira encontra-se num patamar crítico de sua História e não se antevê uma solução que possa trazer uma paz civilizada e democrática ao seu povo. As Forças Armadas, a instituição de maior conceito na sociedade, não poderão ser denegridas em função dessas "crises de insensatez". Seus comandantes deverão estar atentos, pois o soldado brasileiro, conforme reza o seu juramento, é o guardião da honra, da integridade e das instituições do Brasil!
Revista Sociedade Militar - 06/04/2016
-sociedademilitar.com.br/wp/2016/04/estado-de-defesa-generais-nao-seguiriam-as-ordens-de-dilma.html QRCode
Le Monde desmascara discurso golpista de Dilma
No Brasil, há alguns (não tantos quanto antes) trouxas que ainda caem na esparrela petista de que "impeachment é golpe". Lá na França, o jornal Le Monde não caiu na conversa e ainda sugeriu que Dilma deveria renunciar:
Um editorial publicado pelo jornal francês "Le Monde" rejeita a tese de que o possível impeachment da presidente Dilma Rousseff seria equivalente a um golpe de Estado. O jornal critica a postura defensiva do governo, lembra de outros momentos em que se discutiu impeachment no Brasil e apontou que o processo pode ocorrer de forma legal.
O texto foi publicado com o título em francês "Ceci n'est pas un coup d'Etat" (Isso não é um golpe de Estado). Ele questiona a posição do governo e defende que "a destituição de um chefe de Estado é prevista e regulamentada pela Constituição brasileira". O editorial ganhou ampla repercussão, e teve trechos publicados também pela Radio França Internacional.
O "Monde" diz que o governo deveria escolher melhor os termos usados para se defender em meio à crise política do país, sem tentar desqualificar o posicionamento da oposição.Apesar de tratar de impeachment como procedimento legal, o editorial segue a postura adotada pela revista "The Economist", e defende a renúncia da presidente como melhor caminho para o fim da crise no país. "O impeachment não é a melhor solução para o impasse. A renúncia da chefe de Estado, que perdeu a maioria parlamentar, seria menos complicada", diz.
Quem sabe Dilma e sua escória não passa a dizer que "o Le Monde é golpista e diz isso por não querer ver pobre viajando de avião".
Fonte: 'Le Monde' defende renúncia de Dilma: 'Isso não é um golpe de Estado' – Notícias – UOL Notícias -lucianoayan.com/2016/03/31/le-monde-desmascara-discurso-golpista-de-dilma/ QRCode
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Caro Wagner Moura, senta que lá vem textão
No seu filme de maior sucesso, o Tropa de Elite, me lembro de quando há uma passagem em que Capitão Nascimento entrega uma granada ao "05" que havia dormido durante uma explicação:
- Senhor Zero Cinco!
- Sim, senhor!
- Tenha a bondade... (e lhe entrega a granada destravada). Senhor zero-cinco, se o senhor deixar essa granada cair, o senhor vai explodir o turno inteiro! O senhor vai explodir seus colegas, o senhor vai explodir meus auxiliares, o senhor vai me explodir! O senhor vai dormir seu zero-cinco?
- Não, senhor!
- Estamos todos confiando no senhor!
Essa passagem me faz lembrar da situação atual do Brasil, só que dessa vez, quem está dormindo é você, a granada é o Brasil e o Capitão Nascimento às avessas é o governo do PT. A granada está na sua mão, junto com a de vários outros artistas e defensores da "democracia", ao dizer que manobra prevista em constituição é um golpe na tentativa revanchista de antecipar 2018.
Você ainda diz que tem feito inúmeras críticas públicas ao governo nos últimos 5 anos, ao mesmo tempo que diz que "se espanta com o ódio cego por um governo que tirou milhões de brasileiros da miséria e deu oportunidades nunca antes vistas para os pobres do país". Você mesmo entende que em nome dessas conquistas, o PT montou um plano de poder. E é aí que você age como o 05 que dormiu numa aula importante e perdeu o fio da meada: Era tudo uma grande mentira.
O que o PT fez não foi tirar milhões de brasileiros da miséria ou ter avanços sociais porque implementaram coisas novas, foram responsáveis, atraíram investimentos com sua credibilidade ou qualquer coisa do tipo. Não. Eles aproveitaram uma onda positiva da economia brasileira para expandir os benefícios sociais sem pensar que esse ciclo poderia acabar, o dinheiro iria sumir e as irresponsabilidades nas áreas fiscal e monetária chegariam mais tarde penalizando justamente àqueles que diziam defender. Essa conta que chegou não é uma surpresa, embora a maioria da esquerda ainda acredite que existe almoço grátis. A recessão que nos assola e que ameaça todas essas conquistas ganhas à duras penas é culpa deste governo que, inclusive, negou até onde pode que havia uma crise e, até hoje, não fez NADA para mudar esse destino. Estão mais preocupados mesmo em não perder o poder.
Você fala que não há crime de responsabilidade provado contra Dilma, mas há tantos motivos quanto há desculpas esfarrapadas como a sua para defendê-la, mesmo que pague de isento na questão da corrupção. Não só Dilma cometeu fraudes com as pedaladas fiscais, como abertamente tenta obstruir a justiça ao indicar Lula como ministro. Além do processo de Impeachment já instaurado, há outros sendo protocolados e ainda quatro processos em curso correndo no TSE. Dilma é tão suja quanto o partido do qual faz parte, mesmo que não tenha aparecido na tal lista da Odebrecht. Conivência, manipulação e ajuda à bandidos é mais do que motivo para tirá-la de seu cargo.
Você fala que eu, por ser contra a corrupção, quero tirar Dilma e ter um país governado por Temer, mas quem votou nele foi você junto com os outros 54 milhões brasileiros que esquecem que vice faz pate da chapa. De uma hora para outra, a velha aliança com o PMDB se tornou um problema. Infelizmente, temos que trabalhar com a realidade e, Temer, mesmo sendo de um partido que dança conforme a música e gruda como um parasita em quem estiver mais propenso a ser vitorioso, é melhor que a incompetente Dilma que você defende e o partido tem um plano econômico que poderia mesmo ser benéfico ao país. É a melhor solução? Claro que não. Mas é o que tem pra hoje.
Também não quero Eduardo Cunha na presidência da Câmara, nem Renan Calheiros no Senado, não quero Dirceu sendo aclamado como herói do povo brasileiro, Genoíno com pena perdoada por Indulto de Natal (coisa de Dilma, por sinal), político sem vergonha que desvia dinheiro de merenda de criança carente, deputado com dólar na cueca, estatais dilapidadas e tantos outros escândalos de corrupção que fazem o nosso país ser motivo de chacota internacional. Mas para isso é preciso começar de algum lugar.
Sinto saudades da época que o admirava como artista e como pessoa, com filmes que nos faziam pensar justamente como o problema do Brasil é todo o sistema e como lidamos com ele. Deixar como está apenas porque é mais fácil ou menos doloroso, é ser conivente não só com os absurdos cometidos em nome deste plano de poder, quanto dar aval a destruição da economia do país, acreditando que unicórnios existem e as contas não vão chegar.
Em vez de dizer que o problema é o espetáculo midiático em torno da operação Lava-Jato, mídia essa a qual você faz parte e ajuda a propagar direta ou indiretamente, mobilize-se para garantir que o pós-Impeachment seja mais justo, cobrando devidamente de todos os políticos aquilo que se comprometeram, continuando a exigir a investigação dos políticos corruptos que ainda estiverem soltos, seja de qual partido for.
Esse é meu compromisso e, missão dada é missão cumprida. O senhor é um fanfarrão. - (Renata Barreto)
#contraadesinformação #pedeprasairDilma" QRCode
Valentina de Botas: ‘Se manca, Letícia’
Se Letícia Sabatella procurar acertos de Dilma Rousseff nas farmácias dos hospitais públicos abastecidas pelo SUS, ou nos dados de segurança pública pertinentes à administração federal, nos projetos de saneamento básico ou nas políticas públicas para erradicar a prostituição infantil e a leishmaniose tegumentar, não os encontrará. Os acertos, segundo a Lava Jato, deram-se com os operadores do Petrolão.
Mas a que erros Sabatella alude em "Não querem tirar Dilma pelos erros, mas pelos acertos"? O único erro de Dilma foi tornar-se ministra e candidatar-se à presidência; depois disso não errou mais, só delinquiu. Se manca, Letícia, é crime até mesmo usar o Planalto para tal estroinice de ataque contra uma nação indignada.
Um reiterado crime da presidente flagrada no gozoso jeito lulopetista de governar que faz do gangsterismo um instrumento de Estado. Isso não vigoraria sem um zeitgeist mal-assombrado que anima a desqualificação dos indignados numa linguagem odiosa, cercada pelo silêncio convergente, que agora os chama golpistas.
Os artistas, intelectuais e jornalistas criativos (nem falo do JEG), calados a respeito, passaram a acusar o ódio e o radicalismo de quem está farto de ser tratado de modo radicalmente odioso. A frase de efeito da Sabatella teve o efeito pilantra de sugerir que os pró-impeachment não queremos um Brasil são, mas foi o bando integrado por Dilma que sempre rejeitou, como oposição e governo, o saneamento do país.
A atriz adere à novilíngua que, aprendemos em Orwell, não é uma língua nova, mas um uso novo do significado que vai habitar outro significante por imposição do pensamento aprisionado na ideologia à prova de luz e ar; vigarice que, na voz melíflua de Sabatella, vigarice permanece. O verbo na terceira pessoal do plural sem a referência a nenhum termo anteriormente identificado indetermina o sujeito nas frases em português, mas o "querem" da Sabatella abriga 80% de brasileiros determinados a se livrarem da súcia e dessa metafísica que lhe dá suporte filosófico-estético, um lixo com jeito bacana de coisa progressista.
Somos o "eles" indeterminado na novilíngua da escória para quem a nação é coisa difusa e desimportante obrigada a custear o nós-escória incluindo os capangas de Boulos e Stédile que a ameaçam se a lei for cumprida. O que farão os exércitos imaginários de delinquentes reais? Não sei se avançarão além do que já fazem impunes as minorias fascistoides opressoras da maioria pacífica.
O que sei é que a truculência delas tem suporte na metafísica que ataca a lei e a verdade nas declarações e atitudes pró-governo ecoadas por certo jornalismo, como o editorial da Folha de domingo pretendendo apenas substituir a Constituição. Sem que haja nada consistente contra o vice-presidente, o jornal repele a solução constitucional na posse de Temer e quer eleições porque ele é impopular, os crimes de Dilma não estão cabalmente (!) comprovados, o impeachment deixaria ressentimentos (sic).
Ora, quando aderiu ao impeachment de Collor, o jornal não cobrou popularidade de Itamar Franco; não refutou os crimes apontados; e não temeu mágoas remanescentes. É que vale qualquer disparate contra a Constituição para resguardar um governo mafioso (os erros), mas de esquerda (o acerto) – eis do que se trata.
Juristas contra a lei, intelectuais contra o pensamento, artistas contra a dissidência e jornalistas defendendo essa porcaria, todos embotados no nauseabundo esquerdismo que determina o lado da verdade e da lei quando a verdade e a lei, com erros e acertos, só têm um lado: o da verdade e o da lei. Se manca, Letícia.
Tags: Dilma Rousseff, Folha de S. Paulo, Letícia Sabatella, Michel Temer, Valentina de Botas
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Lula não quer que Sérgio Moro investigue o assassinato de Celso Daniel
A família do ex-líder petista e prefeito de Santo André, Celso Daniel, acha que seu assassinato foi a mando da cúpula do PT, que na época era capitaneado por Lula, Zé Dirceu e Gilberto Carvalho, uma "santa trindade".
O fato é que a polícia do estado de São Paulo nunca conseguiu esclarecer plenamente tal crime. E aí vem a Operação Carbono 14 e reabre uma ferida que Lula e o PT gostariam de ver esquecida e enterrada como Celso Daniel.
O juiz Sérgio Moro (Foto), ao autorizar a Operação Carbono 14 mexeu num vespeiro complicado, que já rendeu recentemente insinuações até por parte do ministro Gilmar Mendes, tanto que até já gerou nota do patético Instituto Lula, que não deixa dúvidas ao afirmar que a reabertura de um caso encerrado em todas as instâncias judiciais, a partir do que chama de ilações sem fundamento, é mais uma prova de perseguição política de Sérgio Moro contra Lula, sendo uma arbitrariedade e uma afronta ao Supremo Tribunal Federal.
O foco das investigações nesta nova fase da Operação Lava jato, apelidada de Operação Carbono 14, foi um empréstimo fraudulento de R$ 12 milhões junto ao Banco Schahin que o pecuarista, amigo de Lula, José Carlos Bumlai contraiu junto ao Banco Schahin em outubro de 2004, e tem tinha por objetivo quitar dívidas do PT.
As investigações até agora descobriram que, do valor total emprestado a Bumlai, no mínimo R$ 6 milhões foram repassados ao empresário Ronan Maria Pinto. Estes repasses foram feitos usando-se várias estratégias de transferência de recursos, formatando um amplo esquema de lavagem de dinheiro.
Quem inicialmente citou o pagamento feito por Bumlai a Ronan o publicitário Marcos Valério em um de seus depoimentos. Marcos Valério foi condenado por ser operador do esquema do Mensalão e já é figurinha fácil nos esquemas de propinas até então apurados. Este depoimento de Marcos Valério teria ocorrido em 2012, quando ele relatou à Procuradoria-Geral da República que Sílvio Pereira, ex-secretário-geral do PT, procurou-o em 2004 para tratar sobre as chantagens feitas por Ronan Maria Pinto, e que numa reunião com Pereira e o publicitário, Ronan teria pedido os R$ 6 milhões para ficar calado.
Ou seja, a questão é que o alvo das investigações, como eu já disse, não era o caso Celso Daniel, mas sim a apuração de novas evidências de corrupção com dinheiro da Petrobrás, e o nome do prefeito de Santo André e seu assassinato apareceram durante as investigações, logo, isto não é perseguição, mas sim investigação.
O que até então tem aparecido é que o empresário Ronan Maria Pinto teria chantageado Lula e o PT e ameaçava dar informações sobre o suposto envolvimento de Lula, José Dirceu e Gilberto Carvalho no assassinato de Celso Daniel, e que teria sido silenciado com dinheiro saído da Petrobrás, num total de seis milhões de reais.
De acordo com o Ministério Público de São Paulo, Celso Daniel foi assassinado por ter descoberto a cobrança de propinas e, por não concordar, ter tentado impedi-la. Estas propinas seriam para abastar o "caixa dois" do PT, segundo dizem os promotores, embora a polícia afirme que Celso Daniel foi morto num crime comum.
É estranho que agora os advogados de Lula digam que ele sempre agiu dentro da legalidade e que não há motivo que pudesse justificar uma tentativa de extorsão ao ex-presidente e que a polícia, ao investigar o caso, não tenha identificado qualquer elemento que pudesse conferir veracidade às declarações de Marcos Valério.
É muito estranho que os advogados de Lula e o próprio Instituto Lula agora venham querer politizar esta mera investigação de mais um ato corrupção, que tem demonstrado ter relação com a morte de Celso Daniel. O que há a temer? O que Sérgio Moro pode descobrir?
02/04/2016 - *João Jorge Braga é natural de Minas Gerais e estuda a política brasileira desde 1950. -debatesculturais.com.br/lula-nao-quer-que-sergio-moro-investigue-o-assassinato-de-celso-daniel/ QRCode
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